BC Perde a Coroa do m² Mais Caro Por R$ 99 - Mas Investe R$ 150 mi em Megaobras na Orla

Itapema ultrapassa Balneário Camboriú no ranking FipeZap por R$ 99 de diferença. Enquanto isso, BC executa R$ 150 mi+ em macrodrenagem, reurbanização e muro costeiro. Análise de investimento com dados e fontes.

Atualizado em · Por André Santos
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Por André Santos

Editor responsável · Viver em SC

Fontes consultadas: FipeZap julho/2026 (via NSC Total) · NSC Total (2025-2026) · NDMais (2026) · orlabc.tur.br · IBGE Censo 2022 · Procon BC (abr/2026) · DIEESE (fev/2026) · ANEEL/Celesc (jun/2026)

Em maio de 2026, Balneário Camboriú perdeu um título que carregou por anos: o de metro quadrado mais caro do Brasil. A vizinha Itapema ultrapassou BC no ranking FipeZap com R$ 15.327/m² contra R$ 15.228/m² de BC - uma diferença de R$ 99 (NSC Total). A diferença que separa o primeiro do segundo lugar no ranking nacional cabe numa conta de supermercado.

Ao mesmo tempo que disputa o ranking metro a metro com Itapema, Balneário Camboriú executa um pacote de obras públicas de mais de R$ 150 milhões que re-engenheira toda a orla da Praia Central e da Barra Sul. São três frentes simultâneas: macrodrenagem de R$ 53 milhões (NSC Total), reurbanização do trecho sul de R$ 34,8 milhões (NSC Total) e o alargamento da praia já concluído em 2021 por R$ 66,8 milhões (orlabc.tur.br). Do lado privado, o pipeline é ancorado pelo Senna Tower com VGV de R$ 8,5 bilhões e a FG Empreendimentos com banco de terrenos de 4,5 milhões de m² (NDMais). A tese deste post, para quem faz análise de investimento no litoral catarinense, é direta: o preço do m² pode ter ficado em segundo lugar no ranking, mas a infraestrutura pública que sustenta esse preço está em execução acelerada.

R$ 15.228 m² médio BC (FipeZap jul/26) 2º mais caro do Brasil, atrás de Itapema por R$ 99
R$ 150 mi+ Megaobras públicas em execução Macrodrenagem + reurbanização trecho sul + alargamento concluído
R$ 32 bilhões VGV lançado 2020-2025 170 empreendimentos, 7.275 apartamentos (NSC Total)
R$ 51.141/m² Rua mais cara de SC Rua 4.900, 4ª rua mais cara do Brasil (DataZap)

*consultar fontes

Onde fica


Por que Balneário Camboriú atrai investimento mesmo sem a liderança do ranking

  • Segundo m² mais caro do Brasil: com R$ 15.228/m², BC fica R$ 99 atrás de Itapema e R$ 18 à frente de Vitória (ES) no ranking FipeZap de julho de 2026 (NSC Total). A disputa entre as três primeiras colocadas se resolve por centavos.

  • Pipeline privado de R$ 8,5 bilhões em um único empreendimento: o Senna Tower da FG Empreendimentos vendeu 60 unidades e movimentou R$ 2,48 bilhões em um ano, com m² a R$ 110.000 (NSC Total).

  • Ocupação de temporada de 87%: imóveis de aluguel por temporada em BC registraram taxa de ocupação média de 87% e faturamento médio de R$ 15.500 por imóvel (NSC Total).

  • Transporte público com tarifa zero: o BC Bus transportou 1,2 milhão de passageiros em 2025 com tarifa zero, aumento de 43% na demanda após implantação. Nova licitação de R$ 58,5 milhões para ampliação da frota (NSC Total).

  • Construtora dominante com receita de R$ 1,36 bilhão: a FG Empreendimentos registrou receita líquida de R$ 1,36 bilhão em 2025 (alta de 20%), lucro líquido de R$ 503 milhões (margem de 37%) e market share de 68% em BC (NDMais).

  • Réveillon de 1 milhão de pessoas: a virada de 2025/2026 reuniu público estimado em 1 milhão de pessoas com ocupação hoteleira superior a 98% (NSC Total).


Custo de vida em Balneário Camboriú

Custo de vida em — valores mensais

Item Média
Aluguel 2 quartos (mínimo, sem condomínio) R$ 3.200
Aluguel 2 quartos (máximo) R$ 8.100
Cesta básica (referência Florianópolis/SC) R$ 797,53
Gasolina comum (faixa) R$ 6,65 a R$ 7,47
Transporte público (ônibus urbano) Tarifa zero (BC Bus)
Energia elétrica (reajuste residencial) +9,32% a partir de ago/2026

*consultar fontes

O custo de vida em BC reflete o perfil do município. A faixa de aluguel para um apartamento de 2 quartos vai de R$ 3.200 a R$ 8.100 (NSC Total), e nas áreas nobres como Barra Sul os valores ultrapassam R$ 40.000 por mês (NSC Total). A cesta básica em Santa Catarina, medida pelo DIEESE com referência em Florianópolis, fechou fevereiro de 2026 em R$ 797,53 (NSC Total). O salário mínimo ideal calculado pelo DIEESE para uma família de 4 pessoas é de R$ 7.067,18 (DIEESE via NSC Total).

O IPTU municipal passou por uma atualização da base de cálculo após 32 anos sem revisão. A arrecadação total atingiu R$ 245 milhões em 2025, representando 34% da receita própria. O novo IPTU entrou em vigor em 2026 com diluição do impacto em 12 anos (máximo de 8,33% ao ano) (NSC Total).


Bairros para decisão patrimonial

Barra Sul

Alto padrão vertical ultra premium

m² em Frente-mar, torres acima de 60 andares: acima de R$ 40.000/m² (Rua 4.900: R$ 51.141/m²)

Concentra os maiores arranha-céus residenciais do Brasil. A Rua 4.900 é a rua mais cara de SC e a 4ª mais cara do Brasil. Abriga a Marina Tedesco, maior marina do sul do Brasil. Lançamentos premium operam entre R$ 60.000 e R$ 100.000/m².

Sede do Senna Tower (550m+, 157 andares) e Yachthouse (294m, 81 andares)

Fonte: NSC Total / Valor Econômico / DataZap (jul/2025)

Centro / Praia Central

Médio-alto consolidado

m² em Média geral do município, bairro central com perfil verticalizado: R$ 15.228/m² (média municipal FipeZap)

Principal eixo urbano de BC, com Praia Central alargada em 2021. Macrodrenagem com 70% concluído na etapa Norte (2,4 km). Reurbanização do calçadão em execução com paisagismo superior a R$ 3 milhões e arborização o dobro do plano inicial.

Orla em reurbanização completa com macrodrenagem de R$ 53 mi e trecho piloto concluído

Fonte: FipeZap julho/2026 (via NSC Total) e orlabc.tur.br

Interpraias / Praia do Estaleiro

Alto padrão horizontal preservado

m² em Média do bairro (FipeZap maio/2026): R$ 22.700/m²

Região preservada com restrição de gabarito até 3 pavimentos. Valorização acumulada superior a 200% em 5 anos. Praias do Estaleiro e Estaleirinho são as únicas de BC com certificação internacional Bandeira Azul.

Certificação Bandeira Azul renovada anualmente desde 2018/2019

Fonte: NSC Total jun/2026 (FipeZap maio/2026)

Praia Brava

Alto padrão com perfil surf

m² em Faixa de frente-mar, 11ª rua mais cara do Brasil: R$ 45.194/m² (Av. José Medeiros Vieira)

Praia com perfil de surf e empreendimentos de alto padrão. A FG Empreendimentos concentra presença no bairro, e o perfil de comprador inclui parcela relevante do agronegócio nacional.

35% das vendas da FG na Praia Brava e BC vêm de barões do agronegócio

Fonte: NSC Total / Valor Econômico / DataZap (jul/2025) e NDMais (mai/2026)


Decisão patrimonial: números do investimento

Investimento

m² médio venda (FipeZap jul/26) R$ 15.228
Ranking FipeZap Brasil 2º lugar
Ocupação temporada (média) 87%
Faturamento médio por imóvel (temporada) R$ 15.500
VGV lançado 2020-2025 R$ 32 bilhões (170 empreendimentos)
Ocupação réveillon 2025/2026 superior a 98%

*consultar fontes


O que dizem os protagonistas do mercado

Carlos Humberto Silva, Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Urbano da Prefeitura de Balneário Camboriú, sobre a obtenção da licença ambiental para a etapa Sul da macrodrenagem:

“Conseguimos essa liberação. Então, passado todo o processo licitatório, a nossa expectativa é começar em breve essa obra.”

Jean Graciola, Presidente da FG Empreendimentos, sobre o foco pós-venda no Senna Tower:

“Muitas vezes a construtora ou incorporadora vende o apartamento e esquece o cliente.”

Alex Brito, Diretor Comercial, Marketing e Experiência do Cliente da FG Empreendimentos, sobre o perfil de compradores:

“Eles sabem que Balneário Camboriú tem o metro quadrado mais valorizado do país.”


Infraestrutura: as megaobras que re-engenheiram a orla

Esta é a seção central deste post. Balneário Camboriú executa simultaneamente obras de infraestrutura pública que, somadas, ultrapassam R$ 150 milhões em investimento. As três frentes se complementam: o alargamento criou a faixa de areia, a macrodrenagem protege contra alagamentos, e a reurbanização transforma a experiência urbana da orla.

Macrodrenagem da Praia Central - R$ 53 milhões

A maior obra de macrodrenagem do Brasil, segundo a prefeitura, está em execução em duas etapas. A etapa Norte, com 2,4 km entre a Rua 2000 e o Canal Marambaia, atingiu 70% de conclusão em julho de 2026. Mais de 3.700 aduelas de concreto armado pré-fabricadas já foram assentadas de um total de 5.290 (orlabc.tur.br e NSC Total).

A etapa Sul, que cobre da Rua 2000 até a Rua 3950, obteve licença ambiental do IMA e abriu licitação (Concorrência Eletrônica 008/2026, abertura em 27/jul/2026). A obra foi retomada em 23 de fevereiro de 2026 (NSC Total, 08/07/2026).

O investimento total nas duas etapas é de R$ 53 milhões (NSC Total). O sistema de galerias subterrâneas conta com extravasores de emergência que funcionam como válvulas de segurança, protegendo o novo calçadão e a faixa de areia alargada contra alagamentos.

Reurbanização da Orla - Trecho Sul (Barra Sul) - R$ 34,8 milhões

A avenida mais luxuosa de Balneário Camboriú virou canteiro de obras. A reurbanização do trecho sul cobre 1.500 metros entre a Rua 3920 e o molhe da Barra Sul, com investimento total de R$ 34,8 milhões - sendo R$ 31.098.488,88 de obra civil (FJ Construtora LTDA) e R$ 3.736.213,00 de instalação elétrica (Mercolux Comercial Elétrica LTDA) (NSC Total, 15/04/2026).

O projeto contempla 1.820 árvores, 12 playgrounds com 53 brinquedos, 6 espaços pet, 10 canchas de bocha e 61 quiosques. Em abril de 2026, quatro trechos avançavam simultaneamente (trechos 1, 2, 4 e 5). No trecho 4, a finalização do muro de proteção costeira. No trecho 5, as primeiras escavações para construção do muro (NSC Total).

Recuperação da Faixa de Areia (Alargamento) - R$ 66,8 milhões (concluída)

A Praia Central teve sua faixa de areia ampliada em 2021, com investimento de R$ 66,8 milhões - economia de R$ 18,2 milhões sobre o valor de referência de R$ 85 milhões. A obra foi executada pelo Consórcio DTA/Jan de Nul (DTA Engenharia e Jan de Nul do Brasil Dragagem) entre março e dezembro de 2021 (orlabc.tur.br).

A areia foi extraída de jazida a 15 km da costa, com tubulação conectada ao mar a 2,2 km da praia. A obra seguiu quatro fases: mobilização (março a julho), tubulação ao mar (julho a agosto), preenchimento (setembro a novembro) e finalização (novembro a dezembro) (orlabc.tur.br).

Muro de Proteção Costeira

O muro de proteção costeira está em construção integrada à reurbanização do trecho sul. No trecho 4, a finalização do muro está em andamento. No trecho 5, as primeiras escavações foram iniciadas (NSC Total, 15/04/2026).

Reurbanização da Praia Central (trecho piloto e trecho 1)

O trecho piloto entre as Ruas 4400 e 4600 foi concluído entre 2023 e 2024. O trecho 1 está em execução, com aproximadamente 190 metros entre as Ruas 3950 e 4100. O investimento em paisagismo superou R$ 3 milhões, com arborização o dobro do plano inicial (orlabc.tur.br).

O pipeline privado que acompanha a infraestrutura pública

Do lado privado, o Senna Tower da FG Empreendimentos ancora o investimento em escala. Os números do empreendimento:

  • Altura: mais de 550 metros, 157 andares - será o edifício residencial mais alto do mundo (NSC Total)
  • 228 unidades residenciais, incluindo 18 mansões suspensas e 2 mega-coberturas triplex
  • Metragem: 320 a 903 m², área construída de 145.000 m²
  • m² a R$ 110.000, unidades de até R$ 300 milhões
  • Investimento na construção: R$ 3 bilhões+
  • Concreto: 133.358 m³ (equivalente a 53 piscinas olímpicas)
  • Fundação concluída: 798 estacas a 40 metros de profundidade, construção vertical em andamento
  • Entrega prevista: 2032-2033 (NSC Total, 04/07/2026)
  • Perfil de compradores: 80% residência primária/secundária, 10% internacionais, 35% barões do agronegócio, 63% novos clientes FG (NDMais)

O Yachthouse by Pininfarina (Pasqualotto & GT), concluído em 2023 na Barra Sul, é o outro marco vertical de BC: 294 metros, 81 andares, duas torres gêmeas com design da Pininfarina (Itália). Foi o edifício residencial mais alto do Brasil até o início das obras do Senna Tower.

A FG Empreendimentos encerrou 2025 com receita líquida de R$ 1,36 bilhão (+20% sobre o ano anterior) e lucro líquido de R$ 503 milhões (margem de 37%). O crescimento no primeiro trimestre de 2026 foi de 36%. O banco de terrenos da construtora soma 4,5 milhões de m² com potencial de R$ 130 bilhões em vendas (NDMais).


Para quem BC é ideal

  • Para investidores com horizonte de médio a longo prazo que buscam ativo em mercado com infraestrutura pública em execução acelerada e pipeline privado de grande porte
  • Para quem busca exposição ao segundo m² mais caro do Brasil, com diferença de R$ 99 para o primeiro colocado
  • Para investidores de temporada: ocupação média de 87% e faturamento de R$ 15.500 por imóvel na temporada
  • Para quem valoriza transporte público com tarifa zero e orla em processo de reurbanização completa
  • Para compradores que buscam diversificação patrimonial no litoral catarinense com liquidez comprovada

Para quem BC pode não ser ideal

  • Para quem busca entrada com ticket baixo: o aluguel de 2 quartos parte de R$ 3.200 sem condomínio, e o m² médio de venda é de R$ 15.228
  • Para quem não aceita conviver com canteiro de obras: macrodrenagem, reurbanização e construção vertical simultâneas impactam o dia a dia nos próximos anos
  • Para quem depende de conectividade aérea direta: BC não possui aeroporto próprio, e o presidente do Sindisol aponta a mobilidade e a conectividade aérea como gargalos do turismo local (NSC Total)
  • Para quem busca custo de vida moderado: a cesta básica de SC (referência Florianópolis) é de R$ 797,53 e o DIEESE calcula salário mínimo ideal de R$ 7.067,18 para família de 4 pessoas

Leitura dos dados

-R$ 99 BC vs Itapema (m²) R$ 15.228 vs R$ 15.327 - diferença de 0,65% (FipeZap jul/26)
+R$ 18 BC vs Vitória/ES (m²) R$ 15.228 vs R$ 15.210 - 2º vs 3º lugar (FipeZap jul/26)
R$ 8,5 bi VGV Senna Tower 26,6% do VGV total lançado em BC 2020-2025 (R$ 32 bi)
R$ 150 mi vs R$ 8,5 bi Megaobra pública vs pipeline privado Infra pública: 1,8% do VGV do Senna Tower
R$ 1,36 bi Receita FG 2025 Margem líquida 37% (R$ 503 mi), market share 68% em BC (NDMais)
+49% m² Estaleiro vs média municipal R$ 22.700 vs R$ 15.228 - Interpraias sobre a média (FipeZap)

*consultar fontes


O que a imprensa local diz

“A diferença ainda seja quase mínima, de apenas 11 reais.”

  • NSC Total, Pedro Machado, 03/06/2026 (link) - sobre a ultrapassagem de Itapema em maio/2026

“Em quatro dos seis anos (de 2021 a 2024) o VGV lançado de Itapema foi superior ao de BC.”

  • NSC Total, Pedro Machado, 03/06/2026 (link)

“Cada imóvel alugado representa geração de renda para restaurantes, comércio, transporte e serviços locais, consolidando o setor como vetor estratégico da economia.”

  • NSC Total, 19/12/2025 (link)

“Máquinas invadiram nesta segunda-feira (29) um terreno beira-mar em Balneário Camboriú e começaram a instalar as primeiras vigas do Senna Tower.”

  • NSC Total, 29/09/2025 (link)

“A ideia é finalizar a obra entre 2032 e 2033.”

  • NSC Total, Pedro Machado, 04/07/2026 (link) - sobre o prazo do Senna Tower

Perguntas frequentes

Balneário Camboriú ainda tem o m² mais caro do Brasil?
Não. Em maio de 2026, Itapema ultrapassou BC no ranking FipeZap com R$ 15.327/m² contra R$ 15.228/m². A diferença é de R$ 99. BC ocupa o 2º lugar, à frente de Vitória (ES) com R$ 15.210/m².
Quais megaobras estão em execução na orla de BC em 2026?
Três frentes simultâneas: macrodrenagem da Praia Central (R$ 53 milhões, 70% concluída na etapa Norte), reurbanização do trecho sul na Barra Sul (R$ 34,8 milhões, 1.500 metros) e o muro de proteção costeira integrado à reurbanização. O alargamento da praia (R$ 66,8 milhões) foi concluído em 2021.
Quanto custa o m² no Senna Tower?
O m² do Senna Tower está em R$ 110.000, com unidades de até R$ 300 milhões. O empreendimento tem VGV total de R$ 8,5 bilhões e já vendeu 60 unidades por R$ 2,48 bilhões em um ano, segundo reportagem do NSC Total de julho de 2026.
Qual o custo de aluguel em Balneário Camboriú?
O aluguel de apartamento de 2 quartos (sem condomínio) varia de R$ 3.200 a R$ 8.100 segundo o NSC Total (maio/2026). Em áreas nobres como Barra Sul, os valores ultrapassam R$ 40.000 mensais. A faixa geral vai de R$ 2.200 a mais de R$ 40.000.
Qual a taxa de ocupação de imóveis de temporada em BC?
A ocupação média de aluguel por temporada é de 87%, com faturamento médio de R$ 15.500 por imóvel. No réveillon 2025/2026, a ocupação hoteleira superou 98% com público de 1 milhão de pessoas. Na Páscoa 2026, a ocupação hoteleira projetada foi de 85%.
Como acompanhar a valorização imobiliária de BC e de todo o litoral catarinense?
O Painel de Riqueza SC do ViverEmSC reúne dados atualizados de m², ranking FipeZap, megaobras e pipeline de lançamentos das principais cidades de Santa Catarina. É uma plataforma editorial independente de análise de investimento, sem vínculo com construtoras ou imobiliárias.
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Fontes consultadas: FipeZap julho/2026 (via NSC Total) · NSC Total (2025-2026) · NDMais (2026) · orlabc.tur.br · IBGE Censo 2022 · Procon BC (abr/2026) · DIEESE (fev/2026) · ANEEL/Celesc (jun/2026)

Informações extraídas de fontes públicas (FipeZap, IBGE, CRECI-SC, MySide, sites oficiais das construtoras, entre outras) e revisadas pela redação. Se encontrar um erro, relate aqui.